terça-feira, 28 de novembro de 2017

Ideias principais escritas pelos estudantes

CAVALCANTE, Maria Marina Dias. Identidade: uma construção histórica. In tese de doutorado, UFC, 2005.

           O conceito de identidade está entre aqueles aspectos da realidade humana que não podem ser compreendidos isoladamente. Em primeiro lugar, devemos considerar que não é um conceito “riginário” nem próprio da psicologia, mas interdisciplinar.
            A identidade se afirma por oposição e contraste com  outro: eu/outro são os elementos de uma contradição.
            Ela sempre é assimilada através de um processo de interação com os outros. São outros que o identificam de certa maneira, é que pode tronar-se real para o indivíduo ao qual pertence.
            O indivíduo tem uma representação de si, de sua identidade, do seu eu, que se intercambia com suas vivências subjetivas. Na concretude das vivências grupais, a identidade localiza o indivíduo no universo social especifico, tornando-o apto as relações sociais. E compreender que a identidade do pedagogo é algo bem complexo.
            A identidade de um profissional da educação é ser um educador, no entanto, ele aprende a ser múltiplo, pois pode atuar em diversas áreas profissionais.
            O significado social atribuído a profissão, o sentido conferido a atividade docente e as relações que perpassam o fazer do pedagogo em seu contexto de trabalho são aspectos determinantes de sua identidade profissional.
            Compreender a identidade profissional implica num olhar sobre seu contexto de ação, considerando a função social a igual se destina.
            A ideia gira em torno da construção da identidade através da subjetividade, pois esta palavra carrega consigo valores e ideias singulares que quando colocadas juntas contribuem para uma transformação social.
            O aspecto mais visível da profissionalidade docente são os saberes profissionais e, mais especificamente os conhecimentos das ciências transformados em conteúdos que se transmitem nas escolas.


PALAVRAS-CHAVE: Identidade; Interiorização; Interação; Especificidades do indivíduo; Pedagogo; Complexidade; Polivalente; Significado social; Identidade profissional; Subjetividade; Profissionalidade docente.


LIMA, M.S.L. Docência e Profissão. Mimeo, 2008.

         O que sabemos sobre a profissão docente? Partiremos do pressuposto que, atualmente, as informações sobre esta e outras questões nos chegam de tantos e diferentes lugares e fontes que estamos sempre distanciados do fenômeno como um todo. Sabemos popularmente, pelos meios de comunicação e informação, de retalhos mal costurados da profissão.
             O trabalho docente insere-se nesse âmbito como forma de livrar a professores a realizar a práxis no desenvolvimento das suas atividades concretas.
          Muitas vezes o aluno tem maior acesso a internet e a leituras que o professor, deixando-o sempre devedor, diante da multiplicidade de informações sobre esta e outras questões nos chegam de tantos e diferentes lugares e pontos e estamos sempre distanciados do fenômeno como um todo.
              A profissão magistério vive os desafios do enfrentamento de um desempenho para além da sala de aula. Ou seja, o professor precisa dar conta de todas as necessidades educacionais.
            Dos professores são cobradas respostas para questões que extrapolam sua esfera de atuação, tais como as lacunas de formação e domínio de leitura e escrita acumuladas ao longo dos anos escolares dos alunos, entre outras questões sociais como a violência, a droga, o desinteresse dos alunos pela escola, as atuais exigências postas no professor e na escola por conta da mercantilizarão do ensino na sociedade capitalista.
            Como os professores articulam vida, trabalho e desenvolvimento profissional? Com vistas à práxis pedagógica? Os objetivos delineados buscaram compreender como acontece a citada articulação, diante das mudanças ocorridas na educação; refletir com os professores sobre a realidade por eles vivenciada nos diferentes espaços de formação e a influência dos mesmos em sua prática docente.
            A investigação permitiu a compreensão de que sem o devido respeito as condições de vida, trabalho do docente, os programas de formação contínua dificilmente darão conta de uma educação de qualidade, mesmo levando em consideração de vida e trabalho do docente, os programas de formação contínua.
            Diferente do individualismo competitivo pode ser um processo de democratização da educação, com o objetivo de construir a autonomia profissional junto com a autonomia social.
         Em suma, a docência, a profissão, a formação e o desenvolvimento profissional fazem parte da mesma luta o que sugere a natureza do trabalho docente requer que ele tenha uma permanente e constante revisão das suas práticas.


PALAVRAS-CHAVE: Docência; Profissão; Práxis; Multiplicidade de informações; Trabalho; Avaliação; Exigências; Capitalismo; Democratização da educação

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